Média de abertura de empresas aumenta

JUNTA COMERCIAL

O coordenador do Escritório Regional da Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp), e vice-presidente da Associação Comercial e Industrial de Marília (Acim), Mauro Celso Rosa, considerou agradável o índice apresentado no comparativo semestral do número de empresas constituídas em Marília em relação ao ano passado, atingindo 3,2% de elevação. “Isto demonstra que somos uma cidade atrativa para novos empreendimentos”, comentou o dirigente com os números em mãos e observar as 482 novas empresas constituídas em 2011, diante das 467 constituídas em 2010, nos primeiros seis meses do ano.

Para o dirigente do Escritório Regional da Jucesp em Marília a média de empresas constituídas de janeiro a junho deste ano supera 80 novas empresas, diante da média do ano passado que chegou a ser maior que 77 constituições. “Isto quer dizer que mês a mês a cidade tem conseguido reunir mais empresas, melhorando na qualidade de vida da comunidade”, falou ao verificar que o número de empresas que encerraram as atividades também cresceu, mas não proporcionalmente. Foram 277 baixas formalizadas no primeiro semestre deste ano, diante das 211 baixas realizadas em 2010. “São mais de 50 novas empresas de diferença entre um período e outro”, festejou o dirigente.

A Zona Norte da cidade de Marília mantém o crescimento no número de participação de novas empresas fixadas naquela região do município, reforçando a tendência verificada nos levantamentos do ano passado. Juntamente com a região central da cidade, a Zona Norte também contou com 28% do número de novas empresas criadas em Marília, tendo a Zona Sul em terceiro lugar com 24%. As regiões Oeste e Leste, também, estão empatadas com 10% cada. “O centro comercial ainda é a atração maior em razão do calçadão, das grandes empresas, e do fato de muita gente procurar o centro da cidade para várias atividades”, opinou o coordenador regional da Jucesp em Marília.

A informatização dos órgãos reguladores quanto a performance das empresas vem fazendo com que o empresário local esteja atento para se adequar as leis voltadas para o empreendedorismo, bem como, quanto a responsabilidade no encerramento das empresas. “Hoje o número de baixas é visível, pois, os meios controladores, estaduais e federais estão monitorando esse tipo de situação, exigindo uma posição do empresário”, explicou Mauro Celso Rosa. “Anteriormente não era assim, agora as regras são mais específicas tanto para a abertura quanto para o encerramento das empresas”, disse.

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