Ciesp pede agenda convergente e destaca potencial da indústria paulista

Indústria, trabalhadores e governo concordam com necessidade de agenda convergente

Na abertura do evento “Brasil do Diálogo, da Produção e do Emprego”, as questões predominantes foram incentivo à tecnologia, qualificação da mão de obra, inclusão dos jovens no mercado de trabalho e bem-estar social
“O evento de hoje é histórico. A indústria somos todos nós.” A frase de impacto de Paulo Skaf, presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp), logo no início do Brasil do Diálogo, da Produção e do Emprego, dá o tom da agenda de convergência  e da disposição de todos os participantes.
A Mooca, área industrial emblemática quando se olha para o passado, abrigou nesta quinta-feira (26) uma perspectiva de futuro. “Isto aqui é inovação”, frisou Skaf ao lembrar que o Moinho Santo Antonio — velho galpão que abrigou homens e máquinas, hoje com tijolinhos à mostra -e estrutura exposta – retrata a necessidade da construção de lista de reivindicações comuns, contemplando emprego, renda, inclusão social, desenvolvimento e a possibilidade de brecar o processo de desindustrialização.
“É necessária uma estratégia. O Brasil precisa saber o que quer, enquadrar a China, os Estados Unidos e o Mercosul em defesa de seus interesses que são nacionais”. A afirmação de Skaf, aplaudida pelos participantes, revela em sua essência à necessidade de qualificação profissional para fazer frente aos avanços tecnológicos e ao mercado global que traz desafios gigantescos.
Melhores empregos
O presidente da Fiesp/Ciesp reforçou que é na indústria que se encontram os melhores empregos; é a indústria que demanda por serviços e é a grande responsável pelo desenvolvimento das regiões. “Em São Paulo, são três milhões de empregos diretos e, no País, dez milhões”, enfatizou. Esses números por isso só reforçam o fato de o Brasil não poder amargar déficit de US$ 100 bilhões em manufaturas, este ano, na balança comercial, um setor ofuscado hoje pela China, conforme sinalizou Skaf.
Também é convergente a preocupação de inserção de 4 milhões de jovens no mercado de trabalho, número expressivo que inquieta indústria, trabalhadores e governo.
A retomada do protagonismo por quem efetivamente produz deve estar no centro desse diálogo social que é de interesse de toda a nação, segundo Vagner Freitas, secretário de Administração e Finanças da Central Única dos Trabalhadores, a CUT. “É preciso aliar uma empresa nacional forte ao bem-estar social”, reforçou João Carlos Gonçalves, o Juruna, secretário geral da Força Sindical, atento à rotatividade da mão de obra e à garantia de emprego e renda.

Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP)
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