Alckmin libera recursos para aeroporto de Marília

SP repassará R$ 6,2 milhões para melhorias estruturais no Aeroporto Estadual Frank Miloye Milenkowichi


O governador Geraldo Alckmin e o superintendente do Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp), Ricardo Volpi, anunciaram em Marília, na sexta-feira, 29, investimentos para o Aeroporto Estadual Frank Miloye Milenkowichi. Até 2012, serão destinados R$ 6,2 milhões para realização melhorias na estrutura do aeroporto.

“Marília como polo regional é muito importante ter um transporte rápido como é o transporte aeroviário. Então nós vamos investir aqui R$ 6,2 milhões de reais no aeroporto de Marília, com R$ 1,9 milhão no reforço da pista de táxi, ampliação de pistas de rolamento, vias de acesso à pista e sinalização horizontal. A licitação já foi feita e a habilitação está prevista agora para agosto e já começa a obra”, afirmou Alckmin.

Tamém serão realizadas melhorias na sinalização horizontal e serviço de remoção de borracha do asfalto. Cerca de R$ 2,3 milhões serão investidos nessas obras, que devem ter início no próximo mês.

Para o terminal de passageiros serão viabilizados R$ 475 mil. Esse montante custeará o projeto do novo terminal e do estacionamento. O projeto está em fase de licitação e os envelopes serão abertos no dia 19 de agosto. Além disso, R$ 300 mil serão destinados à aquisição de equipamento de raio-x para fiscalização das bagagens despachadas.

Para o terminal de passageiros serão viabilizados R$ 775,7 mil. Esse montante custeará novo projeto para reforma do terminal e do estacionamento e aquisição de equipamento de raio-x para fiscalização das bagagens despachadas. O projeto está em fase de licitação e os envelopes serão abertos no dia 19 de agosto.

O restante da verba (R$ 3,1 milhões) será viabilizado para ampliação do edifício da Seção Contra Incêndio (SCI) e aquisição de veículo de combate a incêndio. As melhorias serão iniciadas entre 2011 e 2012.

Acim participa do Congresso da CACB

ASSOCIAÇÕES COMERCIAIS
O presidente da Associação Comercial e Industrial de Marília (Acim), Sérgio Lopes Sobrinho e o superintendente da entidade, José Augusto Gomes, participam dias 09, 10 e 11 de agosto, no Pestana Bahia Hotel, em Salvador (BA), do 21º Congresso da Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB) que abre espaço para discussões simultâneas sobre o tema: Salto para o Futuro, facilitando caminhos, em eventos como o VIII Congresso Estadual do Empreendedor, o IX Encontro Estadual do Varejo Vivo e Fórum Nacional de Jovens Empresários. Também será promovido o 9º Encontro do Empreender, o 6º Workshop de Mediação e Arbitragem e os Encontros Progerecs, Comércio Exterior, 8º Encontro Nacional das Mulheres Empresárias.

Segundo o dirigente mariliense o cenário fiscal do País será analisado no Congresso, através do Movimento Brasil Eficiente. Mais de 1000 empresários, líderes empresariais e presidentes de Federações e Associações Comerciais do País vão debater sobre os hábitos, os gostos, o comportamento e o jeito de pensar do consumidor para atender suas demandas. “O encontro pretende promover uma reflexão sobre as mudanças na economia brasileira e o papel dos empreendedores nesse novo cenário”, disse o superintendente José Augusto Gomes.

Além de servir de palco para debates e discussões, o Centro de Eventos do Hotel Pestana, na capital baiana, será sede de um grande painel que vai falar sobre “Como construir a ponte entre o Brasil que cresce e o Brasil que precisa crescer”. Participam os presidentes da JBS Friboi, José Batista Junior; da Certisgn, Paulo Kulikovis e do INPI, Jorge Ávila, e o secretário-executivo do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Alessandro Teixeira e a jornalista e colunista Dora Kramer. “As micro e pequenas empresas são um dos destaques da pauta do Congresso”, lembrou Sérgio Lopes Sobrinho. “Como as principais fontes de geração de emprego elas ganham espaço especial em painéis e conferências em torno do tema central do evento: Um Salto para o Futuro – Facilitando Caminhos”, ressaltou o presidente da Acim.

O Congresso da CACB, que integra a programação dos 200 anos da primeira Associação Comercial do Brasil, vai valorizar o passado do Brasil, através do jornalista e escritor Laurentino Gomes (autor dos livros 1808 e 1822). O cenário internacional também está na pauta do 21º Congresso e haverá um painel com representantes das Câmaras de Comércio da Alemanha, França, Colômbia, África do Sul e Timor Leste. Eles abordarão o tema: “Os desafios da representação empresarial no mundo”. No final do encontro, a CACB lança a “Carta de Salvador”, com recomendações de ações governamentais para um Brasil mais desenvolvido com um setor público eficiente.

ACE avalia evento comemorativo

COMERCIANTES
A diretoria da Associação Comercial e Empresarial de Pompeia avaliou a realização da festividade comemorativa ao Dia do Comerciante, na semana passada, quando dezenas de empresários, associados, dirigentes de classe, políticos e convidados, realizaram uma grande confraternização para festejar a data. “Há seis anos realizamos o evento, que melhora a cada ano”, disse o presidente da ACE de Pompeia, Alair Mendes Fragoso, satisfeito com a boa receptividade da comunidade. “É um encontro alegre em que podemos conversar e fortalecer as amizades”, disse o vice-presidente da ACE de Pompeia, Chikao Nishimura. “Por ser um encontro agradável, as pessoas aguardam a realização do encontro”, acrescentou Marcos José Guillem, outro vice-presidente de diretoria e ex-presidente da entidade.

Para os diretores da ACE de Pompeia a data comemorativa é o motivo para que se promova a confraternização empresarial de toda a região. Além dos empresários associados, representantes de classe de outras categorias, bem como de empresários nas cidades próximas de Pompeia, também participam do encontro. “Conseguimos ao longo do ano fazer com que o evento entrasse no calendário de atividades da entidade, e anualmente realizado o evento que é aguardado por muita gente”, disse Valdenice Aparecida Lacerda Valderramas, gerente administrativa da ACE de Pompeia, que também concorda com a ansiedade das pessoas em participarem. “Somos cobrados desde o começo do ano”, brinca.

Por ser um evento festivo, de descontração, com entrega de brindes e oportunidade para os convidados: conversar, dançar e jantar, de acordo com Valdenice Aparecida Lacerda Valderramas a confraternização passa a ser mais um encontro de amigos e de parceiros. “É muito comum observarmos nesses eventos, parceiros que normalmente se encontram apenas para negócios, terem uma aproximação maior no evento comemorativo que realizamos”, comentou a gerente administrativa da ACE de Pompeia. “Muita gente aproveita o encontro para reforçar contatos de negócio”, lembrou Alair Mendes Fragoso. “Não deixa de ser uma excelente oportunidade para atualizar conhecimentos de outros empresários”, disse Chicao Nishimura. “Os reencontros acontecem em clima propício”, frisou Marcos José Guillem.

Por se tornar obrigado no calendário de atividades da diretoria, para o ano que vem já está sendo aguardada a próxima edição. “Pelo visto esse nosso jantar comemorativo ao Dia do Comerciante é o mais esperado da região”, constatou Alair Mendes Fragoso, ao observar que na região centro-oeste do interior paulista, Pompeia é a única cidade que mantém a tradição. “Fico feliz em verificar que conseguimos manter a tradição”, disse satisfeito.

Locação de casas e apartamentos cresce 5,11%

Em maio, as 1.539 imobiliárias consultadas pelo CRECISP em 37 cidades do Estado alugaram 2.860 imóveis, o que fez o índice estadual de locação avançar 5,11%, passando de 1,7680 para 1,8583. Em comparação com abril, o número de imóveis alugados foi 49,4% maior no Litoral, 4,42% no Interior e 11,97% nas cidades do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco. Na Capital, houve queda de 3,31%.
Os imóveis mais alugados em maio na Capital foram os de aluguel mensal até R$1.000,00, faixa que concentrou 57,71% das novas locações. No Interior e no Litoral, a preferência dos novos inquilinos recaiu sobre os imóveis na faixa de aluguel mensal de até R$800,00, com 62,94% e 51,89% dos novos contratos, respectivamente. Já na região do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco, alugaram-se mais casas e apartamentos – 52,44% do total – com aluguel mensal de até R$600,00.
As imobiliárias paulistas alugaram em maio mais casas (56,36% do total) do que apartamentos (43,64%). Elas receberam de volta 1.449 imóveis de inquilinos que encerraram seus contratos, o equivalente a 50,66% do total de novas locações. Segundo os dados apurados pela pesquisa CRECISP, estavam inadimplentes em maio 3,89% dos contratos em vigor nas imobiliárias pesquisadas, 2,99% a menos que em abril, quando a inadimplência chegou a 4,01%.
A pesquisa CRECISP encontrou em Araçatuba o menor aluguel no Estado. Ele variou de um mínimo de R$120,00 a um máximo de R$280,00 pela locação de casas de 1 dormitório em regiões mais afastadas do centro. E o maior valor em contrato assinado no mês foi registrado em Bertioga, onde a locação de apartamento de 4 dormitórios em bairros da região nobre foi cotada a R$ 8.000,00 mensais.
O fiador permanece sendo a principal forma de contratar a garantia de pagamento da locação, em caso de inadimplência do inquilino. Essa foi a forma de fiança adotada em 79,46% dos novos contratos assinados no Interior, em 57,08% no Litoral, em 46,93% na Capital e em 45,3% nas cidades do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco.
A pesquisa CRECISP foi realizada em 37 cidades do Estado de São Paulo: Americana, Araçatuba, Araraquara, Bauru, Campinas, Diadema, Guarulhos, Franca, Itu, Jundiaí, Marília, Osasco, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Rio Claro, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo, Sorocaba, Taubaté, Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião, Bertioga, São Vicente, Peruíbe, Praia Grande, Ubatuba, Guarujá, Mongaguá e Itanhaém.

Venda de imóvel usado e locação de casas
e apartamentos têm forte alta em São Paulo
As vendas de casas e apartamentos usados e a locação de imóveis residenciais tiveram expressiva recuperação no Estado de São Paulo em maio, depois da forte queda registrada em abril. As vendas cresceram 11,72% e o número de imóveis alugados foi 5,11% maior do que o registrado em abril, segundo pesquisa feita com 1.539 imobiliárias de 37 cidades pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (CRECISP).
Um dos motivos para a mudança de sinal nos dois mercados foi o comportamento dos preços e dos aluguéis novos em maio. O Índice Estadual de Preços de Imóveis Usados Residenciais (IEPI-UR/CRECISP) registrou queda de 3,8% em relação a abril. Nesse mês, quando vendas e locação tiveram forte queda, o índice havia acusado aumento de 12,75%. O índice CRECISP mede o comportamento do conjunto de preços médios de imóveis usados e de aluguéis residenciais no Estado, mês a mês. É composto pela média de todos os preços de venda dos imóveis usados e dos aluguéis residenciais contratados em imobiliárias credenciados pelo CRECISP.
“O preço mais baixo é o melhor estimulante para as vendas e a locação, mas no caso das vendas, especialmente, o papel do financiamento é sempre fundamental, e ele se manteve forte em maio”, destaca José Augusto Viana Neto, presidente do CRECISP. “O imóvel é usualmente o bem mais caro que as famílias costumam comprar, daí a importância do crédito bancário para a estabilidade e o crescimento sustentado do mercado imobiliário”, ressalta.
Os financiamentos responderam pela maioria das vendas em três das quatro regiões do Estado que compõem a pesquisa CRECISP. Na Capital, 54,89% das casas e apartamentos foram vendidos com crédito concedido pela Caixa Econômica Federal (CEF) e outros bancos, percentual que foi de 52,65% no Interior e chegou a 71,51% nas cidades de Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Guarulhos e Osasco. Somente no Litoral as vendas à vista superaram as feitas por financiamento, com 52,85% e 38,34% respectivamente.
Casas, as preferidas
As 1.539 imobiliárias consultadas pelo CRECISP venderam 939 imóveis no período, sendo 499 casas (53,14%) e 440 apartamentos (46,86%). O índice estadual de vendas passou de 0,5461 em abril para 0,6101 em maio, um salto de 11,72%. As vendas foram em três das quatro regiões componentes da pesquisa: crescimento de 53,29% nas cidades do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco, de 12,54% no Litoral e de 8,67% no Interior. A Capital teve queda de 5,44%.
Os imóveis mais vendidos na Capital foram os de valor superior a R$200 mil, com 69,13% do total de negócios declarados à pesquisa CRECISP. No Interior, os mais vendidos foram as casas e apartamentos com preço de até R$160 mil, que somaram 55,56% dos contratos. No Litoral, 51,11% das vendas concentraram-se na faixa de imóveis com preço de até R$140 mil. Nas cidades do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco, os imóveis mais vendidos foram os de preço final até R$200 mil, com 56,33% do total negociado.
A pesquisa CRECISP encontrou em Sorocaba o imóvel mais barato e o mais caro, vendidos pelas imobiliárias em maio: uma casa de 2 dormitórios na região central com preço de R$273,68 o metro quadrado e um apartamento de 4 dormitórios em bairros da zona nobre, a R$6.451,61 o metro quadrado, respectivamente.

Setor de Imprensa / CRECISP
Chrystiane Saggese, Sonia Servilheira ou Juliana Onofri
E-mail: imprensa@crecisp.gov.br

CRECI-SP ::Conselho Regional de Corretores de Imóveis::

Diretor do Daem, Ticiano Toffoli, destaca “passos” para o futuro

 

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O Departamento de Água e Esgoto de Marília (Daem) inaugurou na segunda feira (25), sua nova sede, localizada na rua São Luíz,359,centro. Totalmente remodelada e com sistema de atendimento unificado, a inauguração contou com a presença de várias autoridades políticas locais, imprensa e população em geral.

Durante seu discurso, o diretor executivo do Daem, Ticiano Toffoli, destacou algumas obras importantes executadas, a partir de 2009. Entre elas, a perfuração, com recursos próprios, de quatro poços, dois na zona norte e dois na zona sul de Marília.

Ticiano também destacou a importância, do que classificou como “dois importantes passos para o futuro”, em seu discurso.

O primeiro diz respeito à possibilidade de alteração do código tributário do município, que atualmente, estipula limite máximo de 50 meses para dívidas com o município, superiores a R$ 2mil.

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“Enviamos um pedido ao senhor prefeito, não apenas para aumentar o número de parcelas do código tributário. Estamos propondo uma leitura mais humana de cada caso. Precisamos analisar as condições financeiras de cada uma dessas pessoas que possuem dívidas superiores a R$ 2mil. A partir desta análise, estipular um número de parcelas, razoável, para que o cidadão tenha condições de pagar. Hoje, da forma como acontece, se uma pessoa deve R$ 10mil, o parcelamento pode ser feito, no máximo, em até 50 vezes. Neste caso, o valor da prestação é de R$ 200 reais. Ou seja, 1/3 do salário mínimo estadual. Com renda familiar de um ou dois salários mínimos, não dá para pagar a parcela, a conta do mês e sustentar a família. O contribuinte quer pagar, mas com um valor alto, acaba desistindo. Com isso, o Daem deixa de receber o que foi consumido, deixa de investir em melhorias e obras e a cidade deixa de crescer”, explicou Toffoli.

O segundo “passo para o futuro”, segundo o diretor do Daem, seria a aprovação do projeto de lei,que cria a Agência Reguladora de Água, que auxiliaria o desenvolvimento da cidade e do Departamento.

“A criação da Agência, atende a lei Federal (11.445/2007) e vai beneficiar contribuintes e o Daem. Isto porque, é ela quem vai analisar e adequar uma nova proposta de regulamento. A Agência editará normas relativas às dimensões técnica, econômica e social quanto às metas de expansão e de qualidade dos serviços e prazos do Daem. Também sobre tarifas e seus reajustes, medição, cobrança de serviços e faturamento. A Agência irá criar meios de informar melhor, os contribuintes sobre seus direitos e deveres, entre outros benefícios”, disse.

Para o diretor do Daem, somente com a criação da Agência Reguladora, seria possível estabelecer uma cobrança mais justa de tarifas.

“Nós temos três categorias de cobrança. Residencial, Comercial e Pública. A desigualdade começa, exatamente aí. Para nós, a tarifação de um pequeno bar, não pode ser igualmente aplicada para um grande restaurante. Já, com a Agência, em alguns casos será possível adequarmos a tarifa, de maneira a evitar que as grandes indústrias, por exemplo, que consomem uma grande quantidade de água, mensalmente, optem por perfurar poços próprios e deixem de ser contribuintes do Daem. Isso já acontece. Com a Agência Reguladora, haverá a possibilidade de análise, caso a caso, e isso evitará perdas para a cidade. O Daem precisa continuar crescendo e a criação da Agência seria um importante passo nesta direção”,finalizou Ticiano.

O projeto de lei, para a criação da Agência Reguladora de Marília, atendendo a determinação Federal, já está na Câmara e precisa ser aprovado pelos vereadores de Marília.

Já o pedido de análise de alteração do código Tributário do Município, que permitiria o aumento do número de parcelas, para dívidas superiores a R$ 2mil, foi entregue, oficialmente, ao gabinete do prefeito Mário Bulgareli, na tarde desta segunda feira (25).

DIA DOS PAIS : Acim alerta para horário especial de atendimento

 

A diretoria da Associação Comercial e Industrial de Marília (Acim), já começou a informar os comerciantes associados para o horário especial de atendimento nas lojas do comércio da cidade, visando as vendas do Dia dos Pais, celebrado este ano no dia 14 de agosto, segundo domingo do mês. “Trata-se da terceira melhor data do ano, em expectativa positiva de vendas”, anunciou o presidente da entidade, Sérgio Lopes Sobrinho, ao chamar a atenção dos consumidores para os dois sábados com atividades das lojas da cidade até as 17 horas, bem como o dia 12, com horário estendido até as 22 horas.

Natal, Dia das Mães e Dia dos Pais são os três momentos de maior expectativa de boas vendas dos lojistas. Na sequencia tem o Dia dos Namorados que também é considerado como um bom momento. “É preciso inovar, investir e capacitar para que a cada ano o volume de vendas seja melhor”, ensinou o dirigente que acredita na criatividade para atrair consumidores, investimento em mercadorias, conforto e facilidades de recebimento, e qualidade no atendimento melhorando o rel

Acim promove treinamento de educação financeira

Durante dois dias comerciantes da cidade de Marília participaram gratuitamente na sede da Associação Comercial e Industrial de Marília (Acim), num trabalho em conjunto com o Grupo de Pesquisa, Informação, Conhecimento e Inteligência Organizacional, da Unesp de Marília, de mini curso sobre Educação Financeira: Gestão Financeira Pessoal, com Rodrigo Octávio Beton Matta, mestre e doutorando em Ciência da Informação, além de ser analista do Banco Central do Brasil. “Sem dúvida uma excelente oportunidade para os operadores financeiros, que necessitam de treinamento específico”, disse o superintendente da Acim, José Augusto Gomes, que considerou oportuna a realização do mini curso.

O objetivo do evento foi o de proporcionar uma base de educação financeira que favoreça ao participante o entendimento dos aspectos ligados a gestão financeira pessoal, permitindo-lhe uma administração responsável e consciente dos recursos e bens que dispõe. “É de fundamental importância que a pessoa tenha consciência do que tem e de onde pode chegar”, explicou o dirigente da Acim que é especialista na área. “O planejamento é a base de todo empreendimento a pequeno, médio e longo prazos”, disse.

Durante esses dois dias, sempre das 19 as 22 horas, com sete horas no total de carga horária, os participante tiveram a oportunidade de conhecer com detalhes questões como: sensibilização, administração financeira individual, gestão de dívidas e do crédito, consumo consciente, investimento e poupança e aposentadoria. “Assuntos atuais e necessários para quem administra finanças, principalmente dentro de uma empresa”, ressaltou José Augusto Gomes que pretende oportunamente repetir o treinamento, que foi gratuito, durante dois dias, na sede da Acim. “Esta nossa parceria com o Grupo de Pesquisa Informação, Conhecimento e Inteligência Organizacional é apropriado para o setor empresarial”, reconheceu o dirigente que planeja novo mini curso, em razão da demanda apresentada. “Vamos analisar e verificar o novo treinamento”, prometeu.

Na opinião do superintendente da Acim muitos dos problemas verificados na pequena e média empresa é o fato do setor financeiro não ser devidamente instruído. “Lidar com as finanças não é só saber quanto se recebe e quanto se tem que pagar”, ensinou. “Existem técnicas e estratégias que facilitam o processo, fazendo com que a empresa prospere de forma segura e frequente”, comentou José Augusto Gomes ao sugerir cursos universitários, técnicos e temporários neste sentido, bem como participar de programas realizados por instituições como, por exemplo: Senac e Sebrae, que constantemente promovem curso neste sentido. “Havendo a possibilidade, as pessoas ligadas a área não podem deixar de aproveitar”, aconselhou.

Dori Alimentos participa da loja Rede Amostra Grátis

A empresa estreia com duas linhas de produtos: caramelo Toffee Dod´s e as pastilhas de chocolate Disqueti

Com o intuito de promover maior interatividade com seus consumidores, a Dori Alimentos – indústria 100% nacional que atua no mercado de candies e snacks – participou da Rede Amostra Grátis, que inaugurou sua primeira loja no Brasil no Rio de Janeiro, com a linha de caramelo Toffee Dod’s e a linha de pastilhas de chocolate confeitadas Disqueti.

“Queremos sentir se o consumidor continua satisfeito com os sabores, texturas, tamanho das embalagens, enfim, se ele deseja que façamos modificações nas nossas linhas, ou não”, explica Jean Carlos Paiva, gerente de Marketing da empresa.

Sob o conceito Tryvertising, a Rede Amostra Grátis, primeira loja de Produtos Grátis para Associados do Rio de Janeiro, propõe uma relação diferente entre a empresa e seus clientes, que é diariamente bombardeado com propagandas. “Entendemos que o consumidor está mais seletivo e precisamos aproveitar a oportunidade de utilizar uma ferramenta nova de marketing, não abandonando as tradicionais”, complementa Paiva.

Para participar, o interessado deve associar-se ao site da Rede Amostra Grátis, mediante anuidade. A partir daí, ele tem acesso à loja onde pode escolher livremente os produtos que deseja experimentar, levar para casa sem pagar nada e depois compartilhar suas opiniões e experiências de consumo em pesquisas realizadas on-line, no site da Rede.

Serviço

A primeira loja da Rede Amostra Grátis, inaugurada no dia 19 de julho de 2011, na Rua Figueiredo Magalhães, Nº 121, em Copacabana, no Rio de Janeiro. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (21) 3474.7234 ou website: http://www.redeamostragratis.com.br

Sobre a Dori

A Dori Alimentos produz e comercializa produtos de alta qualidade nos segmentos de candies e snacks. A marca tem forte presença no mercado nacional e vem apresentando crescimento constante no cenário internacional. Fundada em 1967, a Dori é sediada em Marília, no interior de São Paulo, e emprega mais de dois mil funcionários dedicados em atender com excelência o consumidor. Mais informações em www.dori.com.br.

Fonte :

2PRÓ Comunicação

Myrian Vallone – myrian.vallone@2pro.com.br

Teresa Silva – teresa.silva@2pro.com.br

Gabriela Pomarino – gabriela.pomarino@2pro.com.br

Monica Agnello – monica.agnello@2pro.com.br

www.2pro.com.br

Dicas e procedimentos para a formalização do nome da empresa

Nome empresarial
Dicas e procedimentos para a formalização do nome da empresa

O negócio pode ser de dois tipos:

Firma: quando o nome é utilizado pelo empresário individual, pelas sociedades em nome coletivo, de capital e indústria, e em comandita simples. Em caráter opcional, pode ser utilizado pelas sociedades limitadas.

Denominação: quando o nome é utilizado pelas sociedades anônimas e cooperativas e, em caráter opcional, pelas sociedades limitadas e em comandita por ações.

Formação do nome empresarial do empresário

O nome comercial deve ser o do titular. No caso, de ter nome igual já registrado, este poderá ser abreviado, desde que não seja o último sobrenome, ou ser adicionado um termo que indique a principal atividade econômica explorada pela empresa, como elemento diferenciador.

Ex: Nome do Titular: Francisco Caldas Ribeiro e Atividade Pretendida: Mercearia
F. Caldas Ribeiro
Francisco Caldas Ribeiro Mercearia

Formação do nome empresarial na Sociedade Limitada

No caso da Sociedade Limitada, se pode adotar Firma ou Denominação.

Firma

Deverá ser composta segundo uma das formas abaixo:

a) pelos sobrenomes de todos os sócios, acrescidos da expressão Limitada ou Ltda. Ex: sócios: João da Silva, José de Souza e Maria Fernandes. Razão social: Silva, Souza e Fernandes Ltda.

b) pelo sobrenome de um ou de alguns dos sócios, acrescidos da expressão & Companhia Limitada, por extenso ou abreviadamente.
Ex: sócios: João da Silva, José de Souza e Maria Fernandes.
Razão social poderá ser: Silva & Cia. Ltda ou Silva, Souza & Cia. Ltda ou Souza e Fernandes Ltda.

c) pelo nome completo ou abreviado de um dos sócios, acrescidos da expressão & Companhia Limitada ou por extenso ou abreviadamente.
Ex.: sócios:  Pedro Souza Martins e João Oliveira da Silva
Razão Social poderá ser: Pedro Souza Martins & Cia. Ltda ou J. O. da Silva e Cia. Ltda.

A expressão “e Companhia” indica que a sociedade na formação da Razão Social optou por não constar o nome de todos os sócios, podendo ser substituído por outra expressão que seja capaz de exercer a mesma função. Ex. “e irmãos”, “e sobrinhos”, “e amigos”, etc.
Ex.: Pedro Souza Martins e Irmãos.

Denominação
 
Deverá ser composta com os seguintes elementos:

a) palavra de uso comum ou vulgar ou expressão de fantasia incomum acrescido da principal atividade exercida pela empresa.
Ex: Atividade Pretendida: Mercearia e açougue – Sol Amarelo mercearia Ltda.
b) expressão Limitada ou Ltda., que deverá vir ao final do nome.
Quando a sociedade optar por colocar na denominação social a atividade econômica, esta deverá ser compatível com o objeto social descrito no contrato social ou estatuto.
Para mais informações, visite o site do Departamento Nacional de Registro do Comércio. Veja também a legislação Instrução Normativa N° 99, de 21/12/2005 e o novo código civil brasileiro art. 1.155 à art. 1.168 Lei 10.406 de 10/01/2002.

Fonte : Sebrae

Guia prático para o registro de empresas

Caminhos e dicas para tornar esse momento empresarial menos complicado

Para uma micro ou uma pequena empresa exercer suas atividades no Brasil, é preciso, entre outras providências, ter registro na prefeitura ou na administração regional da cidade onde ela vai funcionar, no estado, na Receita Federal e na Previdência Social. Dependendo da atividade pode ser necessário também o registro na Entidade de Classe, na Secretaria de Meio-Ambiente e outros órgãos de fiscalizaçao. A seguir, mostraremos caminhos e daremos dicas para tornar esse momento empresarial menos complicado.

Na Junta Comercial ou Cartório de Registro de Pessoa Jurídica

O registro legal de uma empresa é tirado na Junta Comercial do estado ou no Cartório de Registro de Pessoa Jurídica. Para as pessoas jurídicas, esse passo é equivalente à obtenção da Certidão de Nascimento de uma pessoa física. A partir desse registro, a empresa existe oficialmente – o que não significa que ela possa começar a operar.

Para fazer o registro é preciso apresentar uma série de documentos e formulários que podem variar de um estado para o outro. Citamos os mais comuns:

– Contrato Social;

– Documentos pessoais de cada sócio (no caso de uma sociedade).

O Contrato Social é a peça mais importante do início da empresa, e nele devem estar definidos claramente os seguintes itens:

– Interesse das partes;

– Objetivo da empresa;

– Descrição do aspecto societário e a maneira de integralização das cotas.

Para ser válido, o Contrato Social deverá ter o visto de um advogado. As micro empresas e empresas de pequeno porte são dispensadas da assinatura do advogado, conforme prevê o Estatuto da Micro e Pequena Empresa.

Ainda na Junta Comercial ou no Cartório, deve-se verificar se há alguma outra empresa registrada com o nome pretendido. Geralmente é necessário preencher um formulário próprio,  com três opções de nome. Há estados que já oferecem esse serviço pela Internet.

Se tudo estiver certo, será possível prosseguir com o arquivamento do ato constitutivo da empresa, quando geralmente serão necessários os documentos:

– Contrato Social ou Requerimento de Empresário Individual ou Estatuto, em três vias;

– Cópia autenticada do RG e CPF do titular ou dos sócios;

– Requerimento Padrão (Capa da Junta Comercial), em uma via;

– FCN (Ficha de Cadastro Nacional) modelo 1 e 2, em uma via;

– Pagamento de taxas através de DARF

Os preços e prazos para abertura variam de estado para estado. Para isso, o ideal é consultar o site da Junta Comercial do estado em que a empresa estiver localizada.

Registrada a empresa, será entregue ao seu proprietário o NIRE (Número de Identificação do Registro de Empresa).que é uma etiqueta ou um carimbo, feito pela Junta Comercial ou Cartório, contendo um número que é fixado no ato contitutivo,

CNPJ

Com o NIRE em mãos, chega a hora de registrar a empresa como contribuinte, ou seja, de obter o CNPJ. O registro do CNPJ é feito exclusivamente pela Internet, no site da Receita Federal por meio do download de um programa específico. Os documentos necessários, informados no site, são enviados por sedex ou pessoalmente para a Secretaria da Receita Federal, e a resposta é dada também pela Internet.

Ao fazer o cadastro no CNPJ, é preciso escolher a atividade que a empresa irá exercer. Essa classificação será utilizada não apenas na tributação, mas também na fiscalização das atividades da empresa. Lembre-se que nem todas as empresas podem optar pelo Simples, principalmente as prestadoras de serviços que exigem habilitação profissional. Portanto, antes de fazer sua inscrição no CNPJ, consulte os tipos de empresa que não se enquadram no Simples.

Alvará de Funcionamento

Com o CNPJ cadastrado, é preciso ir à prefeitura ou administração regional para receber o alvará de funcionamento. O alvará é uma licença que permite o estabelecimento e o funcionamento de instituições comerciais, industriais, agrícolas e prestadoras de serviços, bem como de sociedades e associações de qualquer natureza, vinculadas a pessoas físicas ou jurídicas. Isso é feito na prefeitura ou na administração regional ou na Secretaria Municipal da Fazenda de cada município.

Geralmente, a documentação necessária é:

– Formulário próprio da prefeitura;

– Consulta prévia de endereço aprovada;

– Cópia do CNPJ;

– Cópia do Contrato Social;

– Laudo dos órgãos de vistoria, quando necessário.

Inscrição Estadual

Já o cadastro no sistema tributário estadual deve ser feito junto à Secretaria Estadual da Fazenda. Em geral, ele não pode ser feito pela Internet, mas isso varia de estado para estado. Atualmente, a maioria dos estados possui convênio com a Receita Federal, o que permite obter a Inscrição Estadual junto com o CNPJ, por meio de um único cadastro.

A Inscrição Estadual é obrigatória para empresas dos setores do comércio, indústria e serviços de transporte intermunicipal e interestadual. Também estão incluídos os serviços de comunicação e energia. Ela é necessária para a obtenção da inscrição no ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), e em geral a documentação pedida para o cadastro é:

– DUC (Documento Único de Cadastro), em três vias;

– DCC (Documento Complementar de Cadastro), em 1 via;

– Comprovante de endereços dos sócios, cópia autenticada ou original;

– Cópia autenticada do documento que prove direito de uso do imóvel, como por exemplo o contrato de locação do imóvel ou escritura pública do imóvel;

– Número do cadastro fiscal do contador;

– Comprovante de contribuinte do ISS, para as prestadoras de serviços;

– Certidão simplificada da Junta (para empresas constituídas há mais de três meses);

– Cópia do ato constitutivo;

– Cópia do CNPJ;

– Cópia do alvará de funcionamento;;

– RG e CPF dos sócios.

Observação: em alguns estados a inscrição estadual deve ser solicitada antes do alvará de funcionamento.

Cadastro na Previdência Social

Após a concessão do alvará de funcionamento, a empresa já está apta a entrar em operação. No entanto, ainda faltam duas etapas fundamentais para o seu funcionamento. A primeira é o cadastro na Previdência Social, independente da empresa possuir funcionários.

Para contratar funcionários, é preciso arcar com as obrigações trabalhistas sobre eles. Ainda que seja um único funcionário, ou apenas os sócios inicialmente, a empresa precisa estar cadastrada na Previdência Social e pagar os respectivos tributos. Assim, o representante deverá dirigir-se à Agência da Previdência de sua jurisdição para solicitar o cadastramento da empresa e seus responsáveis legais. O prazo para cadastramento é de 30 dias após o início das atividades.

Aparato fiscal

Agora resta apenas preparar o aparato fiscal para que seu empreendimento entre em ação. Será necessário solicitar a autorização para impressão das notas fiscais e a autenticação de livros fiscais. Isso é feito na prefeitura de cada cidade. Empresas que pretendam dedicar-se às atividades de indústria e comércio deverão ir à Secretaria de Estado da Fazenda.No caso do Distrito Federal, independente do segmento de atuação da empresa, esta autorização é emitida pela Secretaria de Fazenda Estadual.

Uma vez que o aparato fiscal esteja pronto e registrado, sua empresa pode começar a operar legalmente. Antes, no entanto, certifique-se que tudo ocorreu bem durante os procedimentos anteriores. Se estiver tudo certo, basta tocar o seu negócio adiante.

Fonte : Sebrae